O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (29) em 3.927,12 pontos, com alta de 2,48 pontos, variação de 0,06% frente ao fechamento anterior. O indicador abriu em 3.924,64 pontos, repetindo o patamar da véspera, e seguiu em leve tendência positiva ao longo do dia. O desempenho manteve o IFIX muito próximo do recorde recente, reforçando a máxima de 52 semanas em 3.944,38 pontos.
Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre 3.921,46 pontos na mínima e 3.927,58 pontos na máxima. A amplitude contida refletiu um mercado cauteloso, porém com viés comprador. Esse comportamento consolida a percepção de resiliência do segmento, mesmo com ajustes pontuais entre os principais fundos listados.
Entre os destaques de volume, o MXRF11 movimentou R$ 1,41 milhão e recuou 0,51%, enquanto o GARE11 somou R$ 1,06 milhão com leve alta de 0,12%. Já o GGRC11 totalizou R$ 992,5 mil em negócios e caiu 0,10%. Em seguida, o CPTS11 negociou R$ 905,3 mil, com baixa de 0,50%, e o KNSC11 fechou a lista dos mais líquidos ao girar R$ 607,71 mil, cedendo 0,22%.
IFIX perto do pico e movimentos setoriais
Na ponta positiva do dia, o KCRE11 liderou os ganhos ao subir 1,70%, cotado a R$ 9,55 por cota. Logo atrás, o RECR11 avançou 1,32% e terminou a R$ 83,68. Esses movimentos sugerem interesse renovado em papéis de crédito imobiliário, beneficiados por prêmios ainda atrativos e percepção de risco controlado.
Pelo lado negativo, o TOPP11 registrou a maior queda, de 4,05%, fechando a R$ 67,95. O BPML11 também recuou, com baixa de 2,42% para R$ 92,41. As correções refletem ajustes específicos e realização de lucros após recentes valorizações em parte do mercado.
No agregado, o desempenho do IFIX em 0,06% reforça a trajetória de estabilidade com viés de alta, apoiada por liquidez seletiva e rotação entre segmentos. Para o investidor, o quadro indica manutenção do apetite por renda passiva, com atenção às oportunidades em fundos de crédito e aos efeitos de movimentos de juros sobre o preço das cotas.
