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IFIX avança 0,95%, mas fecha semana em queda

Duas pessoas trabalhando em uma mesa com papéis e caneta

Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (21) aos 3.682,16 pontos, alta de 0,95%. O avanço corresponde a 34,68 pontos frente ao fechamento anterior, de 3.647,48 pontos. O desempenho positivo veio após uma sessão com variação moderada, mantendo o índice próximo das máximas do dia ao fim dos negócios.

Ao longo do pregão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.647,45 pontos e a máxima de 3.685,32 pontos. A abertura ocorreu em 3.647,45 pontos. No fechamento, o indicador terminou 3,16 pontos abaixo do pico intradiário, preservando a maior parte dos ganhos registrados durante a sessão.

Apesar do resultado diário, o desempenho semanal foi negativo. Na sexta-feira anterior (14), o indicador havia fechado em 3.686,33 pontos. Na comparação entre os dois fechamentos, houve recuo de 4,17 pontos, o que representa queda de 0,11% na semana. O movimento interrompeu a tentativa de recuperação acumulada nos últimos dias.

IFIX encerra dia em alta de 0,95%

No acumulado de agosto, até o encerramento desta sexta-feira, o IFIX registra queda de 3,8%. Se o desempenho negativo se mantiver até o fim do mês, agosto será o quarto mês consecutivo de baixa do índice. Em janelas mais longas, o indicador mostra perdas de 4,36% em três meses e de 4,83% em seis meses, enquanto no período de 12 meses ainda acumula alta de 7,49%.

Os dados de intradia apontam um pregão de recuperação, com abertura em linha com a mínima do dia e avanço firme até a máxima. Ainda assim, o fechamento abaixo do topo intradiário indica realização parcial ao término da sessão. A leitura semanal, por sua vez, reflete o tom mais cauteloso do período, mesmo com a alta desta sexta-feira.

Sobe e desce dos FIIs

Entre os destaques do dia, AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos) liderou as altas, com valorização de 5,47%, o equivalente a R$ 3,35 por cota, encerrando a R$ 64,60. Em seguida apareceu RBRP11 (FII Pátria Prop), que avançou 4,4%, com ganho de R$ 1,85 por cota e preço de fechamento de R$ 43,94.

No campo negativo, CACR11 (FII Cartesia Recebíveis Imobiliários) apresentou a maior queda do pregão, ao recuar 13,01%, equivalente a R$ 2,47 por cota, terminando o dia a R$ 17. TRXF11 (TRX Real Estate) teve a segunda maior baixa, de 2,97%, com perda de R$ 2,20 por cota e fechamento em R$ 71,70.

Os movimentos dos principais destaques refletiram dinâmicas específicas de cada fundo no dia, com oscilações relevantes tanto no segmento de recebíveis quanto no de tijolo. Em termos de preços, as variações percentuais vieram acompanhadas de ajustes monetários expressivos por cota, reforçando a amplitude dos ajustes no pregão.

GGRC11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados, GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) movimentou 2,61 milhões de cotas e recuou 0,11% no dia. Já MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) registrou volume de 2,03 milhões de cotas e subiu 0,43% no fechamento.

Na sequência, CPTS11 (Capitania Securities II Fundo de Investimento Imobiliário) somou 1,54 milhão de cotas negociadas e avançou 1,10%. TRXF11 movimentou 1,23 milhão de cotas, com queda de 2,97%, enquanto GARE11 (Guardian Real Estate) teve volume de 750,14 mil cotas e alta de 0,49%.

A concentração de liquidez nesses veículos reforçou o protagonismo dos fundos mais líquidos do mercado ao longo da sessão. O comportamento misto entre eles ilustrou um pregão de seletividade, com ganhos e perdas distribuídos entre segmentos distintos da indústria de fundos imobiliários.

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