GARE11 anunciou a distribuição de R$ 0,083 por cota referente ao desempenho de maio, com direito aos investidores posicionados ao final do pregão de 29 de maio de 2026. O pagamento está programado para 8 de junho de 2026, seguindo o calendário divulgado pela gestora. Considerando a cotação de fechamento de R$ 8,35 no fim do mês, o provento corresponde a um dividend yield mensal de 0,99%, alinhado à orientação anual do fundo.
A base de recebimento foi fixada em 29 de maio de 2026, e os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam aos requisitos legais. Esse enquadramento tributário preserva a atratividade de FIIs e reforça a previsibilidade de fluxo de caixa ao cotista. Os valores distribuídos refletem o resultado operacional de maio, com performance suportada por vacância zerada.
FII ultrapassou 500 mil cotistas
Em maio de 2026, GARE11 ultrapassou 500 mil cotistas, encerrando o período com 511.604 investidores, segundo a gestora. O fundo figura entre os cinco maiores do IFIX em base de cotistas e ocupa a terceira posição entre fundos de tijolo, atrás de XPML11 e HGLG11, conforme dados compilados pela Guardian com apoio da Economática. Esse avanço reforça a relevância do veículo na prateleira de renda.
A expansão da base tem ocorrido em ritmo acelerado, com adição média de 12.901 novos investidores por mês. O GARE11 lidera o crescimento entre os cinco principais FIIs do mercado, superando MXRF11, XPML11, HGLG11 e KNCR11 em novos ingressos. Se mantida a tração, a projeção da Guardian indica ultrapassagem do HGLG11 em novembro de 2026, alcançando 601.913 cotistas.
GARE11 lidera em giro de PL
Entre os 57 FIIs com patrimônio acima de R$ 1 bilhão, o fundo lidera em giro de PL, negociando diariamente o equivalente a 2,6 vezes a média do grupo, sinal de alta liquidez e facilidade para entrada e saída. Essa profundidade de mercado costuma reduzir spreads e aprimorar a descoberta de preço ao longo do pregão.
Para 2026, GARE11 mantém guidance de rendimentos entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por cota, apoiado por reciclagem de portfólio, redução de alavancagem e reorganização de capital. O fundo encerrou maio com patrimônio líquido de R$ 2,73 bilhões, 33 imóveis e 463,6 mil m² de ABL em 15 estados, com vacância física e financeira zeradas, fundamentos que sustentam a distribuição recorrente.
