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Dólar fecha em alta de 0,22%, negociado a R$ 5,43

Dólar

Dólar. Foto: Pixabay

Após ter fechado ontem em queda de 0,24%, o dólar terminou o pregão desta segunda-feira (3) subindo 0,22%, negociado a R$ 5,431, com os investidores focados no cenário brasileiro.

Hoje, o dólar permaneceu em alta com o mercado monitorando as declarações dos ex-ministros da Saúde sobre a condução do governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia na CPI da Covid e a admissão de dificuldade pelo Paulo Guedes em acelerar a agenda liberal.

Os investidores estão atentos ao depoimento do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na CPI da Covid. Mandetta disse que o presidente Jair Bolsonaro tomou decisões sobre a contenção da pandemia aconselhado por seus filhos.

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Guedes fala sobre desempenho econômico do Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, argumentou nesta terça-feira (4) que o Brasil teve um desempenho econômico “bastante razoável” na pandemia. “Foi muito aceitável, para não dizer que bem melhor que todos os países avançados.

Fizemos um trabalho duro e trabalhamos também na questão da Saúde”, afirmou, em audiência pública conjunta das comissões de Finanças e Tributação; Educação; Trabalho, Administração e Serviço Público; e Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

Exportações

Com a demanda por produtos como soja e minério de ferro em alta, principalmente na China, e o reaquecimento da economia dos Estados Unidos, as exportações brasileiras devem dar um salto neste ano e a balança comercial registrar um saldo positivo recorde. Bancos e consultorias estimam que o superávit poderá chegar a US$ 73 bilhões.

Se alcançado, o número será 30% maior que o de 2017, quando o País bateu seu último recorde, com US$ 56 bilhões. Na comparação com o ano passado, a alta do saldo seria de 46%.

Guedes citou os dados do mercado de trabalho formal e da arrecadação de tributos para mostrar a velocidade de recuperação da economia.

“Os Índices de atividade estão o dobro do esperado, economia formal já voltou”, completou o ministro.

Endividamento

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçou nesta terça-feira, 4, a importância das contrapartidas fiscais na aprovação de medidas emergenciais de enfrentamento à pandemia. Por isso, destacou ele, a relação dívida/PIB não cresceu tanto em 2020 quanto alguns economistas esperavam.

“Não há problema em aumentar endividamento quando se está em guerra. O Estado existe para a proteção do cidadão. Mas nos endividamos pagando uma parte da guerra, não estamos jogando para nossos filhos e netos os custos”, afirmou Guedes, em audiência pública conjunta das comissões de Finanças e Tributação; Educação; Trabalho, Administração e Serviço Público; e Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

Última cotação do dólar

Na última sessão, segunda-feira (3), o dólar encerrou o pregão em queda de 0,24%, negociado a R$ 5,41.

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