O fundo imobiliário RBRP11 anunciou o pagamento de dividendos do RBRP11 no valor de R$ 0,35 por cota, referentes aos resultados de agosto de 2026. A data de pagamento informada pela gestão é 15 de setembro.
Terão direito aos proventos os investidores posicionados ao fim do pregão de 8 de setembro de 2026. As cotas compradas após essa data não participam desta distribuição, conforme o calendário do fundo.
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Dividendos do RBRP11: valores e datas
Os dividendos do R$ 0,35 por cota correspondem a um dividend yield mensal aproximado de 0,77%, considerando a cotação de R$ 45,70 registrada no fechamento de agosto. O pagamento permanece previsto para 15 de setembro, conforme comunicado.
Os rendimentos do RBRP11 podem ser isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os requisitos previstos na legislação aplicável. A isenção depende do cumprimento das condições legais vigentes.
Essas informações sobre distribuição de resultados foram divulgadas após o encerramento de agosto de 2026, período de referência para o cálculo do rendimento. O cronograma define 8 de setembro de 2026 como a data de corte e 15 de setembro como a data de crédito ao cotista.
RBRP11 concluiu venda de imóvel em julho
As informações mais recentes sobre a carteira do fundo imobiliário RBRP11 são de julho de 2026. Nesse mês, o fundo concluiu a venda do conjunto nº 2401 do Edifício Castello Branco, localizado no Rio de Janeiro, em linha com o plano de reciclagem do portfólio.
Segundo a gestão, a transação integra a estratégia de saída de imóveis com participação reduzida e situados em regiões com maiores desafios de vacância. Após a alienação, o portfólio imobiliário passou a reunir seis imóveis, todos no estado de São Paulo, somando ABL de 43.684 metros quadrados.
A composição do valor patrimonial por ativo era a seguinte: River One concentrava 58,4% do valor patrimonial dos imóveis; Celebration representava 13,5%; JR, 11,8%; Delta Plaza, 9,2%; Venezuela, 4,0%; e Mario Garnero, 3,0%. Esses percentuais refletem a alocação do portfólio após a venda mencionada.
Outra mudança registrada em julho foi a conclusão da desocupação de 432 metros quadrados anteriormente utilizados pela CVM no Delta Plaza. Com essa saída e a alienação do Castello Branco, a vacância física atingiu 25,7% e a vacância financeira, 25,6%. O WALE, indicador que mede o prazo médio remanescente dos contratos, estava em 5,8 anos no período.
No River One, havia dois locatários inadimplentes. Para um deles, a gestão informou que previa executar a garantia e ajuizar uma ação de despejo. No outro caso, continuavam as negociações para regularizar os débitos por meio de parcelamento.
Durante julho, reajustes periódicos pela inflação alcançaram 1.014 metros quadrados de ABL, conforme a dinâmica contratual dos contratos do portfólio. Esse movimento segue as cláusulas de correção previstas nos contratos de locação.
Além dos imóveis, o fundo mantinha 16,6% de seu patrimônio líquido aplicado em sete fundos imobiliários ao fim de julho. A principal posição era RBRL11, equivalente a 14,5% do patrimônio. O RBRP11 também terminou o período sem alavancagem e sem obrigações relacionadas à aquisição de ativos, segundo a administração.
Esses eram os dados mais recentes da carteira antes do novo anúncio de dividendos do RBRP11, cujo pagamento está previsto para 15 de setembro, com direito assegurado aos cotistas posicionados até 8 de setembro de 2026.
