A Cosan (CSAN3) informou nesta segunda-feira (29) que iniciou uma avaliação sobre possíveis alternativas para sua participação na Rumo (RAIL3), em linha com a estratégia de reduzir o endividamento e otimizar sua estrutura de capital. Para conduzir esse processo, a holding contratou o BTG Pactual como assessor financeiro.
O comunicado foi divulgado após notícias da imprensa apontarem que a companhia estudaria uma operação envolvendo a fatia que possui na empresa de logística. Segundo a Cosan, as análises ainda estão em estágio inicial e, até o momento, não existe qualquer decisão sobre a realização de uma transação, nem definição sobre o formato ou as condições de um eventual negócio.
O que a Cosan (CSAN3) está avaliando?
Embora o comunicado não detalhe quais alternativas estão sendo consideradas, a destacou afirma que o objetivo é avançar na estratégia de desalavancagem. Na prática, isso pode incluir diferentes modelos de operação envolvendo sua participação na Rumo, como uma venda parcial ou total da fatia, caso a companhia entenda que a transação faz sentido do ponto de vista financeiro.
Ontem (28), uma notícia da coluna Lauro Jardim, do jornal O Globo, ressaltou que a Ultrapar (UGPA3) desistiu de comprar a Rumo. No entanto, ainda segundo o veículo, existem oito interessados na empresa.
A contratação do BTG Pactual faz parte desse processo. O banco deverá assessorar a Cosan na avaliação das possibilidades para o ativo e de eventuais estruturas de negócio, caso as tratativas avancem.
A Cosan (CSAN3), no entanto, reforçou que o processo permanece em fase preliminar e que ainda não há qualquer decisão sobre uma operação envolvendo sua participação na Rumo.
