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BTRA11 eleva lucro e anuncia yield anualizado de 15,42%

Mercado financeiro ações - investimentos

Foto: Suno/Banco

O Fundo de Investimento Imobiliário Agro BTRA11 reportou faturamento bruto de R$ 1,1 milhão em fevereiro de 2026, equivalente a R$ 0,34 por cota. O resultado líquido somou R$ 713 mil, ou R$ 0,21 por cota, desempenho 9% superior ao de janeiro. A gestão destacou que a evolução operacional decorre de alocações táticas recentes e da eficiência na estrutura contratual dos ativos.

Em linha com a política de distribuição, o BTRA11 anunciou pagamento de R$ 0,90 por cota, com dividend yield anualizado de 15,42%, programado para 31 de março de 2026. A administração reforça que a estratégia visa equilibrar previsibilidade de fluxo com preservação de caixa para oportunidades.

Mesmo após a distribuição referente ao fechamento de fevereiro, o fundo BTRA11 manterá R$ 18,3 milhões disponíveis para futuras distribuições, cerca de R$ 5,48 por cota. Esse montante reúne recursos de alienações concluídas de propriedades do portfólio e resultados operacionais já capturados.

Durante março, o fundo recebeu R$ 9,9 milhões da venda da Fazenda Vianmacel, restando R$ 48,8 milhões a receber dentro da mesma operação. A propriedade segue registrada em nome do veículo até a liquidação integral, quando ocorrerá a transferência definitiva de titularidade.

A gestão projeta encerrar março com caixa próximo de R$ 25 milhões e avalia novas alternativas de alocação para otimizar o uso do capital. Para o mês, estima-se faturamento bruto mínimo de R$ 0,35 por cota, sustentado por alocação tática firmada sobre área de cana-de-açúcar em parceria com a ACP Bioenergia.

Estratégia e metodologia do BTRA11

A metodologia operacional do Fiagro BTRA11 privilegia rentabilidade e valorização de longo prazo, investindo em terras agrícolas produtivas e áreas em transformação nos principais polos do país. O fundo utiliza contratos de cessão de direito real de superfície (DRS) de longo prazo, indexados à inflação. Todas as aquisições preveem opção de recompra ao antigo proprietário, condicionada ao pagamento regular dos prêmios e do DRS, conforme a mecânica pactuada para cada ativo, garantindo alinhamento e resiliência da tese.

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