O fundo ZAGH11 encerrou junho de 2026 com distribuição de R$ 0,08 por cota em rendimentos, equivalente a um dividend yield mensal de 0,85%. Considerando o preço de fechamento de R$ 9,40 no último dia útil do mês, o retorno anualizado ficou em 10,21%. Os dados constam do relatório gerencial do período.
No mês, o fundo apurou resultado caixa de R$ 670.375,15. A gestão descreveu um ambiente de reciclagem de portfólio, amortizações de ativos e avanços em projetos imobiliários, movimento alinhado ao plano de alocação e gestão ativa da carteira.
Entre os eventos de destaque, houve a amortização de R$ 354 mil do CRI atrelado ao Colégio Ética, reforçando o fluxo financeiro proveniente da carteira de crédito. A equipe também salientou a evolução de receitas atreladas a fundos imobiliários.
O avanço nas receitas de FIIs foi impulsionado pelas cotas de RBVA11 recebidas como parte do pagamento pela venda do ativo Estácio. Esse reforço de caixa somou-se a iniciativas para ajustar o portfólio diante de condições de mercado e prioridades de alocação.
A gestão alienou aproximadamente R$ 1,1 milhão em cotas de FIIs no mercado secundário. A operação foi conduzida no âmbito da estratégia de reciclagem do portfólio e de realocação de capital entre ativos de crédito e projetos imobiliários em diferentes estágios.
Com o encerramento do exercício fiscal, os ativos da carteira passaram por reavaliação patrimonial. Em paralelo, o fundo iniciou a etapa de auditoria externa, procedimento que integra o calendário anual de governança e reforça a transparência no acompanhamento do portfólio, segundo o relatório gerencial.
ZAGH11 encerra junho com distribuição de rendimentos
A distribuição de R$ 0,08 por cota se deu em um mês em que a gestão priorizou a disciplina na alocação de recursos. O dividend yield mensal de 0,85% derivou da combinação entre o resultado caixa e a estratégia de reciclagem, enquanto o preço de fechamento de R$ 9,40 ancorou o cálculo do retorno anualizado de 10,21%.
O resultado caixa de R$ 670.375,15 refletiu recebíveis da carteira de crédito e receitas de fundos imobiliários. A amortização do CRI vinculado ao Colégio Ética, no montante de R$ 354 mil, contribuiu para o fluxo, ao lado da monetização de ativos via mercado secundário.
Segundo a gestora, a venda de cotas de FIIs, próxima de R$ 1,1 milhão, buscou capturar oportunidades de realocação e adequar o perfil de risco-retorno. Paralelamente, as cotas de RBVA11 recebidas na alienação do ativo Estácio adicionaram fonte de receita recorrente no mês.
ZAGH11: obras do Groenlândia 910 são retomadas
Outro ponto do mês foi a retomada das obras do empreendimento Groenlândia 910. O projeto havia sido temporariamente interrompido por decisão judicial provisória. Após a adoção das medidas jurídicas cabíveis, a liminar foi revertida em segunda instância, liberando a continuidade do cronograma.
A gestão informou que o empreendimento permanece em estágio avançado de execução. De acordo com o fundo, não há expectativa de impactos sobre os resultados financeiros ou sobre a distribuição de rendimentos aos cotistas, mantendo-se inalteradas as premissas operacionais relevantes.
Com a normalização do andamento das obras, a gestora sinalizou foco na condução técnica dos projetos e na manutenção dos processos de governança. A reavaliação patrimonial e a auditoria externa permanecem como pilares do ciclo anual de acompanhamento dos ativos.
Rentabilidade total do ZAGH11
Desde o início de suas atividades, o ZAGH11 acumula rentabilidade total de 16,64%. No mesmo intervalo, o IFIX registrou retorno de 34,18%, servindo como referência de desempenho para o segmento de fundos imobiliários.
Na comparação com indicadores macroeconômicos, o fundo entregou 35,46% do CDI líquido e 84,35% da inflação medida pelo IPCA desde o começo de sua operação. Esses percentuais refletem a trajetória da carteira em um período com diferentes ciclos de mercado e mudanças no ambiente de juros.
A administração ressaltou que as ações de reciclagem do portfólio, as amortizações de créditos e o avanço dos projetos imobiliários seguem no centro da estratégia. A expectativa é manter a disciplina na execução e a transparência nos relatórios, dentro do calendário de governança.
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