Ícone do site Suno Notícias

XP/Ipespe: Bolsonaro mostra estagnação e Haddad cresce tanto no primeiro quanto no segundo turno

A última pesquisa eleitoral contratada pela XP Investimentos e desenvolvida pelo Ipespe, lançada na manhã de hoje, mostra um cenário que já é familiar para quem anda acompanhando as projeções. Jair Bolsonaro (PSL) ainda lidera no primeiro turno, mas vê Fernando Haddad (PT) se aproximando e até o ultrapassando no segundo.

Segundo o levantamento, Bolsonaro tem 28% das intenções de voto, mesma marca de uma semana atrás. Haddad, no entanto, cresceu 5 pontos, e agora aparece com 21% das intenções.

Ambos os candidatos estão distantes do resto, visto que Ciro Gomes (PDT) tem 11%, a mesma marca da semana passada, Geraldo Alckmin (PSDB) cresceu de 7% para 8%, e Marina Silva (Rede) aparece com 5%, pouco à frente de João Amoêdo (Novo, 3%) e Álvaro Dias (Podemos, 2%). A candidata já chegou a estar 7 pontos atrás de Bolsonaro – agora, são 23.

Na simulação de segundo turno, Haddad aparece pela primeira vez à frente de Bolsonaro, numericamente, ainda que tecnicamente empatados. O petista aparece com 43% das intenções de voto, contra 39% do deputado, no limite da margem de erro.

Bolsonaro aparece em empate técnico também contra Geraldo Alckmin, numericamente perdendo do ex-governador por 3 pontos, e Marina Silva, contra quem tem vantagem numérica de 4 pontos. Contra Ciro Gomes, o cenário é de derrota do deputado, por 43% a 35%.

No caso de um enfrentamento entre Alckmin e Haddad, o candidato do PSDB aparece com 38% das intenções de voto contra 35% do petista, primeira vez em que aparece um empate técnico nesse confronto.

No campo da rejeição, Marina é líder, com 68% dos eleitores dizendo que não votariam nela de jeito nenhum. Depois, Alckmin com 61%, Bolsonaro e Haddad com 60%, e Ciro Gomes com 54%. Álvaro dias tem 53% de rejeição.

A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 26 de setembro, por telefone, e ouviu 2.000 eleitores. A margem de erro é de 2,2 pontos para cima ou para baixo. O intervalo de confiança é de 95,45%.

 

Sair da versão mobile