Ícone do site Suno Notícias

VGHF11 eleva resultado e paga R$ 0,07 por cota em janeiro

VGHF11 aumenta resultado e paga dividendos de IPCA + 7,8% ao ano

VGHF11 aumenta resultado e paga dividendos de IPCA + 7,8% ao ano. Foto: IA

O VGHF11 iniciou 2026 com avanço no resultado financeiro, alcançando R$ 11,98 milhões em janeiro, ligeiramente acima dos R$ 11,589 milhões de dezembro de 2025. As receitas totalizaram R$ 13,625 milhões no mês, enquanto as despesas ficaram em R$ 1,645 milhão, sustentando a capacidade de distribuição do fundo. A cota patrimonial também acompanhou o movimento positivo do mercado, refletindo o bom momento dos fundos imobiliários.

Com base nessa performance, o fundo imobiliário VGHF11 anunciou a distribuição de R$ 0,07 por cota referente ao período. Esse montante equivale a rentabilidade líquida de IPCA + 7,8% ao ano, tomando como base a cota patrimonial de dezembro de 2025. No acumulado de 12 meses, as distribuições somaram R$ 1,00 por cota, o que corresponde a retorno líquido de 12,5%, equivalente a IPCA + 7,6% ao ano.

Nos últimos 12 meses, o indicador de retorno total combinando dividendos e valorização patrimonial manteve-se sólido. Em janeiro, a cota patrimonial valorizou R$ 0,07, apoiada pela alta dos FIIs do portfólio e pela variação positiva de 2,25% do IFIX. O resultado foi um retorno total anualizado de 21,7% sobre a cota patrimonial, reforçando a atratividade da estratégia.

Alterações táticas também ajudaram a sustentar o desempenho. O FII VGHF11 encerrou janeiro com 103,7% do patrimônio líquido alocado em ativos-alvo, distribuídos em 135 ativos, somando R$ 1,485 bilhão em aplicações. Além disso, manteve R$ 51,6 milhões (3,6% do patrimônio) em operações compromissadas reversas lastreadas em CRIs, a CDI + 0,84% ao ano, com o restante em instrumentos de caixa.

Na carteira VALOR, houve compras líquidas de R$ 46,3 milhões em ações e cotas de FIIs, elevando a participação para 52,9% dos ativos-alvo (antes 48,9%). Já na carteira RENDA, ocorreram vendas líquidas de R$ 61,3 milhões em CRIs, incluindo a alienação total dos títulos Matarazzo 545S e Mabu 402S, reduzindo a fatia da estratégia para 47,1% (de 51,1%).

No crédito, os CRIs Selina seguem marcados a zero. Os demais títulos permanecem adimplentes e, segundo a gestão, o monitoramento contínuo indica que a carteira segue saudável. Em janeiro, o VGHF11 contabilizou 385.437 cotistas e liquidez média diária de R$ 3,1 milhões, sustentando boa negociação secundária.

Sair da versão mobile