O fundo imobiliário TJK Renda Imobiliária (TJKB11) anunciou a aprovação de sua quarta emissão de cotas, com potencial de captação de até R$ 380,8 milhões. A decisão foi formalizada em 1º de dezembro de 2025, conforme o regulamento do fundo, após deliberação conjunta entre gestor e administrador. A operação será estruturada por meio de oferta pública de distribuição primária, destinada ao mercado em geral.
Seguindo a Resolução CVM nº 160, a oferta adotará o regime de melhores esforços de colocação, com a BR-Capital Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. exercendo dupla função: além de administradora do fundo, atuará como coordenadora líder. O pedido de registro automático será submetido à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), habilitando as cotas para negociação na B3 após a devida aprovação.
H2: Estrutura e regras da oferta de emissão de cotas O comunicado confirma o direito de preferência aos cotistas atuais, garantindo-lhes prioridade na subscrição das novas emissão de cotas dentro dos prazos regulamentares. A oferta será aberta a pessoas físicas e jurídicas, fundos de investimento e outros veículos de investimento, com participação permitida a investidores residentes no Brasil e no exterior, desde que observadas as restrições legais aplicáveis.
A governança do TJKB11 prevê a possibilidade de novas emissões até o limite de R$ 2 bilhões, sem necessidade de assembleia de cotistas, desde que respeitados os objetivos e a política de investimento do fundo. Essa prerrogativa oferece maior agilidade operacional e capacidade de expansão do portfólio, alinhada às oportunidades de mercado.
O fato relevante não detalha o cronograma, o preço de emissão ou a destinação específica dos recursos desta rodada. No entanto, os montantes captados deverão seguir as diretrizes do regulamento, priorizando alocações aderentes ao mandato do fundo e à sua estratégia de geração de renda e diversificação.
H2: Participação, registro e negociação da emissão de cotas Com a submissão ao registro automático na CVM e a coordenação da BR-Capital, o processo tende a ser conduzido com celeridade operacional. Após a aprovação, as novas cotas estarão aptas a serem negociadas na B3, integrando o fluxo regular do mercado secundário. Para investidores interessados, a emissão de cotas representa oportunidade de exposição ao segmento imobiliário por meio de um veículo regulado, com governança estabelecida e foco em renda.
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