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SNME11 paga R$ 0,10 por cota e detalha estratégia de janeiro

Dois homens de terno sentados em uma mesa com papéis

Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário SNME11 informou a distribuição de R$ 0,10 por cota referente aos resultados de fevereiro de 2026. A data-base para ter direito aos proventos é 13 de março de 2026, contemplando os cotistas posicionados até o encerramento do pregão. O pagamento está agendado para 25 de março de 2026, conforme comunicado oficial. Considerando o preço de fechamento de fevereiro em R$ 9,62, o valor distribuído representa um dividend yield mensal aproximado de 1,04%.

Em linha com a legislação vigente, os proventos de FIIs como o SNME11 são isentos de imposto de renda para pessoas físicas, desde que respeitados os critérios tributários aplicáveis. Essa característica reforça o apelo do produto na composição de carteiras com foco em renda periódica e diversificação.

Em janeiro de 2026, o fundo imobiliário reportou resultado de R$ 870,575 mil e distribuiu R$ 0,10 por cota, equivalente a 1,06% sobre o preço de fechamento de 13 de fevereiro. No mercado secundário, as cotas avançaram 0,62% no mês, e, somado ao total de R$ 0,15 distribuído, o retorno total alcançou 2,17%. O fundo encerrou janeiro negociando a R$ 9,72, acima do valor patrimonial por cota de R$ 9,58, com giro médio diário de R$ 331 mil.

O desempenho ocorreu em um cenário de abertura da curva de juros reais: a NTN-B 2035 passou de 7,39% para 7,48% (alta de 9 bps). Ainda assim, o IFIX mostrou ganho de 2,27% no período. Na métrica patrimonial, o SNME11 entregou retorno total de 1,15% em janeiro, superando o IPCA + Yield IMA-B (0,97%). Desde setembro de 2023, o alfa acumulado é de 5,89% frente ao IPCA + Yield do IMA-B e de 16,09% ante o IFIX.

O fundo manteve R$ 0,0513 por cota em reserva distribuível acumulada, com a administração reiterando que o montante será pago até o mês anterior à conclusão da fusão/incorporação do SNFF11 pelo SNME11.

Resultados operacionais refletiram diversificação. Nos FIIs, o consolidado foi de R$ 663 mil, influenciado por operação estruturada que gerou ganho de capital de R$ 209 mil, além de R$ 473 mil em rendimentos. Nos CRIs, o fundo apurou R$ 477 mil, integralmente de juros e correção monetária. O caixa agregou R$ 69 mil.

Para ampliar liquidez, houve vendas de cerca de R$ 1,4 milhão em FIIs no secundário. Destacou-se a alienação de 17% da posição em PATL11, com lucro aproximado de 12% sobre o preço médio, aproveitando cotações consideradas atrativas diante da expectativa de conversão em HGLG11. Nas compras, o SNME11 elevou exposição em IRIM11 em cerca de R$ 1,3 milhão, capturando desconto e um carrego atrativo segundo a gestão.

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