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SNCI11 reforça guidance e reduz alavancagem para 4,85%

SNCI11.Foto: Unsplash

SNCI11.Foto: Unsplash

O fundo imobiliário SNCI11 encerrou dezembro com distribuição de R$ 1,00 por cota, em linha com o guidance previamente comunicado. A gestão reafirma a projeção de rendimentos entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota para o primeiro trimestre de 2026, mantendo disciplina na geração de caixa. No mês, o resultado líquido somou R$ 4.605.436, com performance patrimonial de 1,44% e liquidez média diária de R$ 842 mil no secundário.

O spread médio da carteira ficou em 3,27%, refletindo as recuperações em andamento em determinados créditos. A administração aponta que a tendência é de normalização à medida que os ativos avancem nos processos de regularização. Essa trajetória favorece a estabilização dos rendimentos e a recomposição gradual do carrego.

Movimentações relevantes marcaram dezembro, com R$ 35,6 milhões em aquisições, R$ 14,3 milhões em alienações e R$ 46,9 milhões em quitações. Essa rotação contribuiu para a redução do risco e para o fortalecimento do balanço, priorizando operações com melhor relação risco-retorno no segmento de recebíveis imobiliários.

Fundo imobiliário SNCI11: alavancagem recua para menor nível desde 2024

A alavancagem líquida recuou para 4,85% do patrimônio líquido, menor nível desde outubro de 2024, reforçando a postura conservadora adotada após eventos de crédito. No âmbito operacional, quatro ativos seguiram em tratamento especial: CRI AIZ, CRI Vanguarda, CRI RDR e CRI Solar Junior, este último com apenas 0,1% do PL. A gestão reporta avanços nos casos Vanguarda e RDR.

No mercado secundário, a rentabilidade ajustada de dezembro foi de 5,29%, com a cota encerrando a R$ 84,96. O desempenho superou o IFIX (3,14%) e a média dos comparáveis (4,22%), reduzindo parte do descolamento observado em meses anteriores. O trimestre final de 2025 fechou com alta ajustada de 6,10%, também acima dos pares.

Para 2026, o fundo imobiliário segue com margem de conforto após a distribuição de dezembro e o anúncio de janeiro, totalizando R$ 0,26 por cota acumulado. A carteira mapeia novas alocações em CRIs entre IPCA + 11% e IPCA + 15%, além de estruturas com equity kicker e papéis atrelados ao CDI, reforçando a diversificação e a reciclagem de portfólio.

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