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RZTR11 mantém dividendos e acelera melhorias em fazendas

RECT11: fundo imobiliário tem maior lucro em 4 meses e paga dividendos de 1,14% ao mês

RECT11: fundo imobiliário tem maior lucro em 4 meses e paga dividendos de 1,14% ao mês. Foto: Suno/Banco

A gestora do fundo imobiliário dividendos do RZTR11 divulgou o relatório mensal com os principais resultados operacionais. No período, os cotistas receberam proventos de R$ 1,00 por cota, reforçando o compromisso de distribuição enquanto a tese de land equity amadurece. O documento também detalha o desempenho das cotas e as frentes de trabalho nas propriedades do portfólio.

Os RZTR11 registraram dividend yield de 1,05%, em linha com a geração de caixa corrente. No mercado secundário, as cotas recuaram de R$ 98,20 para R$ 94,98, o que resultou em retorno bruto total de -3,28% no mês. A gestão contextualiza a variação com a natureza da estratégia, mais orientada à valorização do patrimônio no médio e longo prazo.

Nos últimos dois anos, o fundo intensificou a exposição ao conceito de land equity, priorizando ativos com potencial de apreciação. Essa abordagem, embora menos geradora de caixa imediato, busca capturar ganhos por meio do desenvolvimento e da posterior comercialização de propriedades selecionadas.

Fundo direciona investimentos em benfeitorias

Segundo a administração do dividendos do RZTR11, a monetização da tese ocorrerá principalmente via venda futura de imóveis. Para acelerar esse processo, o fundo direciona investimentos em benfeitorias, elevando a competitividade das fazendas e preparando-as para transações em melhores condições de mercado.

Entre as intervenções, destacam-se melhorias agronômicas, práticas conservacionistas e avanços de infraestrutura. O objetivo é otimizar produtividade, mitigar riscos e sustentar a precificação dos ativos ao longo do ciclo, apoiando o reequilíbrio estratégico da carteira quando os eventos de liquidez ocorrerem.

Portfólio contemplado pela estratégia inclui Clarão da Lua, Roma, San Francisco e Santos Dumont, todas com obras em andamento. Na Clarão da Lua, a antiga área de eucalipto foi convertida em pastagem, com correção de solo, nivelamento e adição de matéria orgânica; na safra 2025/2026, houve plantio de soja em cerca de 470 hectares, com colheita iniciando agora. Na Roma, o foco está na recuperação de áreas degradadas, com preparo de solo, correção química com calcário e fertilizantes, além do estabelecimento de pastagens. Na San Francisco, avançam o plantio de capim e a recuperação de curvas de nível, além de melhorias em estradas e pista de pouso. Já a Santos Dumont deve iniciar a colheita de café em maio, e a gestão projeta produção plena a partir de 2027.

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