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Reservas internacionais da China caem a US$ 3,214 trilhões

Bolsa da China é catalisador de quedas em meio a surto de Covid-19 - Foto: Pixabay

China - Foto: Pixabay

As reservas internacionais da China diminuíram em junho depois de avançarem por dois meses consecutivos, segundo dados publicados nesta quarta-feira (7) pelo PBoC, como é conhecido o banco central chinês.

No fim de junho, as reservas da China totalizavam US$ 3,214 trilhões, representando queda de US$ 7,8 bilhões em relação a maio.

O resultado do último mês, porém, superou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam redução de US$ 22 bilhões nas reservas.

PMI composto da China

Além disso, nesta semana, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da China mostrou queda acentuada entre maio e junho, de 53,8 para 50,6, segundo dados publicados no final da noite do domingo (4) pelos institutos IHS Markit e Caixin Media.

Apesar de se manter acima da chamada “marca neutra” de 50 pontos – ainda indicando, portanto, expansão dos setores industrial e de serviços -, o indicador atingiu o menor valor em 14 meses.

O PMI do setor de serviços, especificamente, recuou de 55,1 em maio para 50,3 em junho, também uma queda importante. “A expansão mais lenta foi verificada nos dois setores”, dizem os institutos, que atribuem a desaceleração ao repique de casos de coronavírus em algumas regiões da China.

Após IPO da Didi, controladora da 99, China suspende aplicativo

A China determinou que o aplicativo de táxi Didi Chuxing , dona da 99 no Brasil, seja retirado das lojas de aplicativos domésticas. O órgão regulador da internet do país alegou que o app violou as leis de coleta e uso de informações pessoais.

A determinação aconteceu dias após a Didi levantar US$ 4,4 bilhões com oferta pública de ações (IPO) na bolsa de Nova York.

A ação da Administração do Ciberespaço da China (CAC) marca uma nova ofensiva regulatória contra os grupos de tecnologia do país, que iniciou com o cancelamento do IPO de US$ 37 bilhões planejado pela fintech Ant Group, braço da Alibaba, no final do ano passado.

A China anunciou que investigará também outras duas empresas que acabaram de entrar na bolsa dos Estados Unidos, a Full Truck Alliance, plataforma de transporte, e a Kanzhun, plataforma de busca de emprego.

Em resposta, a Didi anunciou que iria parar de registrar novos usuários e removeria seu aplicativo das lojas, como foi solicitado. Além disso, comunicou que irá se esforçar para corrigir quaisquer problemas e protegerá seus usuários. A decisão não irá interferir nos usuários que já possuem o aplicativo na China.

Com informações do Estadão Conteúdo

 

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