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RBRY11 paga R$ 1,06 por cota; yield mensal de 1,09%

Bolsa de valores - Ações

Foto: Suno/Banco

O RBRY11 anunciou a distribuição de R$ 1,06 por cota, com pagamento marcado para 17 de abril, benefício válido apenas aos investidores posicionados até 10 de abril. Considerando o fechamento de março em R$ 97,67, os novos dividendos do RBRY11 implicam um Dividend Yield mensal aproximado de 1,09%, nível ainda robusto diante do histórico recente do fundo.

Apesar da atratividade, o valor divulgado representa o menor patamar de proventos dos últimos 12 meses. A gestão atribui o movimento ao ambiente de mercado e à dinâmica de resultados de sua carteira de crédito. Ainda assim, os rendimentos do RBRY11 permanecem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme a legislação aplicável aos FIIs, reforçando a eficiência tributária do veículo.

Cotas adquiridas a partir de 11 de abril não farão jus a estes proventos, respeitando a data de corte estabelecida. Para quem acompanha o fluxo de caixa mensal, a previsibilidade do calendário e a isenção tributária seguem como diferenciais relevantes do produto.

Resumo do portfólio e alocação

  • No fechamento do período reportado, o veículo registrava 106,4% do patrimônio líquido alocado (efeitos de alavancagem), sendo 99,1% em CRIs e operações estruturadas. A carteira do FII RBRY11 reúne 56 CRIs e uma operação estruturada, com rentabilidade média ponderada de 16,2% a.a. (equivalente a CDI + 2,8% a.a.), prazo médio de 2,1 anos e spread médio de 1,8% a.a.

  • A indexação é majoritariamente atrelada ao CDI (88% da carteira, a CDI + 4,1% a.a.), seguida por 12% ao IPCA (IPCA + 0,9% a.a.) e cerca de 0,1% ao IGP-M (IGP-M + 9,1% a.a.). O fundo RBRY11 mantém 9,0% em operações compromissadas e uma parcela estratégica em FIIs, enquanto a administração trabalha para reduzir gradualmente a alavancagem.

  • Para o investidor, os novos dividendos do RBRY11 reforçam o perfil de renda mensal, ainda que em patamar mais moderado. A combinação de crédito predominantemente indexado ao CDI, gestão ativa e isenção tributária sustenta a atratividade no curto prazo, ao passo que a redução planejada da alavancagem pode mitigar riscos e dar resiliência ao desempenho futuro.

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