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RBRX11 vende unidade no Kalea Jardins por R$ 13 milhões

RBRX11 vende unidade residencial no Kalea Jardins por R$ 13 milhões

RBRX11 vende unidade residencial no Kalea Jardins por R$ 13 milhões

O fundo imobiliário RBRX11 concluiu a venda de uma unidade residencial no complexo Kalea Jardins, em São Paulo, conforme comunicado via fato relevante pela administradora BTG Pactual e a gestora RBR Gestão de Recursos. A transação envolve a unidade 091, no 9º andar da Torre 1, localizada na Rua da Consolação, 3288, na região dos Jardins, pelo valor total de R$ 13.000.000,00. Como o RBRX11 detém 56,52% do empreendimento, caberá ao fundo o recebimento proporcional de R$ 7.347.600,00, seguindo as cláusulas contratuais.

A quitação será parcelada, com sinal de R$ 3.900.000,00, dos quais R$ 2.204.280,00 correspondem ao fundo. Haverá ainda um valor intermediário de R$ 5.200.000,00, pago em oito parcelas mensais corrigidas pelo IPCA, com início previsto para janeiro de 2026, conforme o comunicado ao mercado. Essa estrutura dilui o risco de crédito e estabelece previsibilidade no fluxo de recebimento.

O contrato prevê parcela complementar de R$ 3.899.000,00 com vencimento em julho de 2026, com possibilidade de quitação via financiamento bancário, além de uma parcela residual de R$ 1.000,00 para janeiro de 2029, sujeita à correção monetária. Tais condições reforçam a flexibilidade da operação e oferecem mecanismos de atualização de valor ao longo do período.

A unidade vendida é um apartamento com área privativa de 368,73 metros quadrados e quatro vagas de garagem, em empreendimento sob patrimônio de afetação. A expectativa é que o habite-se seja emitido até maio de 2026, com entrega das chaves projetada para julho de 2026, considerando as tolerâncias estabelecidas.

Segundo o fato relevante, a operação poderá gerar ganho de capital estimado de R$ 2.060.000,00 ao RBRX11, caso o preço seja integralmente recebido. O documento não detalha se o cálculo contempla custos operacionais ou eventuais impactos tributários, deixando espaço para ajustes conforme a liquidação das parcelas.

Embora o desinvestimento indique resultado financeiro positivo, a gestão do RBRX11 não sinalizou efeitos imediatos nas distribuições de proventos. A comunicação se concentrou nos termos financeiros e contratuais, preservando a transparência sobre prazos, índice de correção e modalidades de pagamento.

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