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RBIR11 paga R$ 4 milhões em amortização extraordinária

Ações - Bolsa de Valores

Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário RBIR11 (RB Capital Desenvolvimento Residencial IV) anunciou uma amortização extraordinária no valor total de R$ 4 milhões aos cotistas, conforme fato relevante divulgado pela administradora Oliveira Trust DTVM S.A. e a gestora RB Asset Management Ltda. Cada cota receberá R$ 2,61674784, com direito assegurado aos investidores posicionados na data-com de 30 de janeiro de 2026. A distribuição não altera a quantidade de cotas, mas reduz o patrimônio do fundo na proporção amortizada.

Trata-se de uma amortização parcial do capital investido, distinta de rendimentos regulares. O fato relevante esclarece que o procedimento tem implicações tributárias específicas, exigindo atenção ao cálculo do custo médio de aquisição das cotas pelos investidores. Esse dado é essencial para correta apuração fiscal perante a Receita.

Para viabilizar o processo, a administradora disponibilizará uma plataforma digital, acessível via link enviado ao e-mail cadastrado na B3 e na base do escriturador. Nessa área, os cotistas deverão inserir o custo médio de aquisição e demais informações solicitadas, seguindo as orientações apresentadas nos materiais explicativos.

Em caso de não envio dentro do prazo, a administradora aplicará automaticamente a menor cotação histórica do RBIR11 até a data-com, de R$ 44,52 por cota, como base fiscal. As informações prestadas pelos investidores serão utilizadas para os cálculos tributários, e a responsabilidade pela exatidão dos dados permanece com os próprios cotistas.

A administradora enfatiza que o envio de dados deve ser feito exclusivamente pela plataforma oficial. Planilhas, anexos ou modelos divulgados no comunicado possuem caráter apenas ilustrativo e não substituem o preenchimento eletrônico obrigatório.

O calendário define: período para envio do custo médio de 4 de fevereiro a 20 de março de 2026; apuração pela administradora de 23 a 30 de março de 2026; e pagamento em 31 de março de 2026. A recomendação é revisar documentos de compra, conferir o histórico de operações e registrar o custo médio com precisão. Dessa forma, o cotista garante o tratamento fiscal adequado, evita divergências e acompanha com transparência a amortização do fundo imobiliário.

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