A Petrobras (PETR4) esclareceu nesta segunda-feira, 9, que a aquisição de 42,5% do bloco 2613, na Namíbia, em parceria com a TotalEnergies, que comprou o mesmo porcentual no ativo, está condicionada ao cumprimento de condições precedentes, incluindo aprovações governamentais e regulatórias aplicáveis, como informou a estatal em comunicado na sexta-feira, 6. Pelo negócio anunciado na semana passada, o consórcio do bloco 2613 passa a ser composto por Petrobras (42,5%), TotalEnergies (42,5%), Eight (5%) e a Namcor Exploration and Production (PTY) Ltd – empresa estatal detida pelo Governo da Namíbia (10%).
Segundo a Reuters publicou também no dia 6, o governo da Namíbia não reconhecerá a compra da licença de exploração até que as petrolíferas sigam o processo legal de aprovação.
“Nesse sentido, a Petrobras observa que a transação permanece sujeita aos processos de aprovação relevantes e avançará de acordo com a legislação e os requisitos regulatórios da Namíbia”, explicou a Petrobras em nota nesta segunda-feira.
Segundo a Petrobras, o bloco está localizado na bacia de Lüderitz e cobre uma área de cerca de 11 mil km² na costa da Namíbia.
“A transação observou todos os trâmites de governança corporativa da companhia e está em conformidade com o Plano de Negócios 2026-2030″, destacou a empresa na semana passada.
Com Estadão Conteúdo
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