O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou a sessão desta terça-feira (20) em leve baixa, após uma sequência de altas que vinha sustentando recordes consecutivos. O indicador fechou aos 3.810,80 pontos, queda de 0,07% ou 2,58 pontos frente ao pregão anterior, quando marcou 3.813,38 pontos. A correção foi moderada e manteve o índice próximo à estabilidade ao longo do dia.
Na variação intradiária, o IFIX oscilou entre a mínima de 3.806,23 e a máxima de 3.815,26 pontos, refletindo um mercado técnico e com investidores seletivos. Apesar do fim das recentes máximas históricas, o comportamento do índice não sinaliza mudança brusca de tendência, mas sim acomodação após ganhos sucessivos.
Entre os destaques de alta, o VINO11 liderou o desempenho, avançando 3% para R$ 5,49, sustentado por fluxo comprador em papéis de menor preço. Na sequência, o RBFF11 registrou elevação de 1,92%, fechando a R$ 10,63, em um pregão de ganhos pontuais em cotas de fundos diversificados.
As perdas ficaram concentradas em alguns nomes específicos. O URPR11 recuou 1,91%, terminando a R$ 37,42, enquanto o XPSF11 caiu 1,64%, a R$ 6,61. Apesar dessas quedas, a maior parte dos movimentos negativos ocorreu com intensidade inferior a 2%, limitando o impacto sobre o índice.
No agregado, o IFIX permaneceu próximo ao zero a zero, indicando equilíbrio entre compras e vendas no universo de FIIs. A amplitude contida do pregão sugere que o investidor monitora fatores macroeconômicos e a temporada de relatórios gerenciais à espera de novos gatilhos.
Com a interrupção da sequência positiva, o mercado de fundos imobiliários volta a mirar suportes de curto prazo e o apetite por risco. A manutenção de volumes consistentes e a rotação entre setores do índice podem definir os próximos passos do IFIX nas sessões seguintes.
