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HGLG11 prevê R$ 1,10 no 1º semestre e até R$ 1,17 no 2º

HGLG11 projeta aumento de dividendos; confira o valor - Foto: Pixabay

HGLG11 projeta aumento de dividendos; confira o valor - Foto: Pixabay

HGLG11 divulgou projeções de rendimentos para 2026, com cenários atrelados ao fechamento de negociações contratuais e à normalização dos recebimentos do portfólio. A gestão do CSHG Logística FII indica manter R$ 1,10 por cota no primeiro semestre, com possibilidade de elevação para R$ 1,17 no segundo semestre, caso as tratativas avancem como esperado e os fluxos retornem aos níveis planejados. Essas estimativas não configuram garantia, pois dependem de condições de mercado e da efetiva conclusão dos acordos.

No período recente, a performance foi impulsionada por eventos não recorrentes, que adicionaram ganhos extraordinários. A venda de ativos imobiliários contribuiu com R$ 0,07 por cota, enquanto o lucro da SPE do ativo Simões Filho acrescentou R$ 0,04 por cota. Além disso, a indenização pela desapropriação do terreno do ativo HGLG SJC somou R$ 0,02 por cota, e houve efeito pontual de locatários que anteciparam aluguéis de janeiro.

A distribuição de rendimentos foi mantida em R$ 1,10 por cota no mês, com pagamento em 15 de janeiro de 2026, preservando o histórico recente. Esse desempenho contribuiu para elevar a reserva acumulada a R$ 0,44 por cota, reforçando a capacidade de suavizar eventuais oscilações futuras nos resultados do fundo.

Mudanças relevantes no portfólio marcaram o período, com movimentações de locatários que afetaram a ocupação. O imóvel Masterlabs recebeu a Knight Therapeutics, e no ativo São José, a Winoa substituiu a Plastic Omnium. Essas trocas ajudaram a reduzir a vacância física para 2,2% ao fim do mês, com estimativa de 3,3% em fevereiro de 2026, considerando negociações já mapeadas.

Estruturalmente, o HGLG11 encerrou o período com alavancagem financeira de 9,6% no portfólio; incluindo dívidas via SPEs, o índice alcança 11,3%. Segundo a gestão, a alavancagem é compatível com a estratégia de expansão, sob monitoramento contínuo quanto aos impactos na estrutura de capital.

Em síntese, as perspectivas de 2026 combinam manutenção de rendimentos no primeiro semestre e possível alta no segundo, condicionadas ao avanço das negociações e à estabilidade operacional. O fundo reforça que as projeções não constituem garantia e podem variar conforme as condições de mercado e a execução contratual.

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